Solução em dose dupla.

30/05/2008, 17:43
Autor: ACAV - Da redação.

A Cruzeiro do Sul e os investimentos feitos pela empresa na compra de novos ônibus e caminhões foram destaque na Publicação Mensal da ACAV – Associação Brasileira de Distribuidores Volkswagen (Ano 10 nº 122 Abril 2008).

Os serviços prestado em duas frentes absolutamente distintas, cargas e passageiros, fazem o diferencial da Cruzeiro do Sul. A expansão das atividades da empresa ganharam, então , vulto. Os números ajudam a compreender sua dimensão hoje. Em passageiros, a empresa transporta pessoas em 55 dos 78 municípios do Estado. Entretando  no segmento de cargas atendem todos os 78 municípios, bem como  o Estado de São Paulo, Paraná e Mato Grosso. Juntando as operações, percorrem, por mês, cerca de 600 mil quilômetros com frota de 150 veículos. A idade média dos veículos também é de assombrar: são seis anos para os ônibus e três para os caminhões.  

A maior parte desses chassis – cerca de 60% - carrega a logomarca da Volkswagen . Os primeiro caminhões da marca chegaram à Cruzeiro do Sul há oito anos, e os ônibus há seis, quando desbancaram a concorrência, conforme o próprio diretor, Rodrigo Possari, faz questão de elucidar: “Ouvimos falar muito bem dos modelos Volkswagen por pessoas do setor de transporte. E nessa mesma época recebemos uma atenção especial da Granfer, concessionária Volkswagen Caminhões e ônibus de Campo Grande, MS, o que foi decisivo para a concretização dos negócios”.

A união desses fatores rendeu bons frutos para ambas as partes.  Dos setenta caminhões em plena ação, 85% são Volkswagen, modelos da faixa de 8 toneladas, médios de 17 e 24 toneladas Worker e pesados Constellation. Nos ônibus, dos 80 chassis 40% carregam o VW na fronte. Os VW9.150 fazem linhas rápidas metropolitanas, enquanto os VW 17.250 transitam pelas rotas mais distantes.  

E por falar em modelos, um em especial é motivo de orgulho. Adquirido em 2001, o VW 17.300 atingiu no ano passado a marca de 1 milhão de quilômetro rodados sem trocar um item sequer no motor. O segredo para tamanha longevidade, avalia Gil Sérgio Calado, gerente de manutenção da Cruzeiro do Sul, é a manutenção preventiva: “Seguimos à rica o que diz o manual do proprietário quanto à manutenção e, com isso, a probabilidade de quebra é praticamente nula”.Por seu bom desempenho na prática, o VW 17.300 virou referência dentro da empresa.  “Ele foi decisivo na hora da aquisição de novos caminhões”.

 

 

 

 

 

 



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